26 Junho, 2009

Um herói

Ando pensando em criar um herói... percebi o quanto é difícil... comecei admirar ainda mais Stan Lee.

Mas como ia dizendo, ou melhor, escrevendo, é muito difícil... tudo começou quando precisei decidir o sexo: homem ou mulher, decidi por homem, apesar de achar interessante fazer uma heroina de colant... segundo passo foi decidir se seria humano ou extraterrestre, entende, tipo, se seria como Spirit ou Superman, decidi por humano, apesar de que se escolhesse por extraterrestre poderia fazê-lo(la) hermafrodita (pessoalmente não conheço nenhum ainda... mas perderia a graça pois ficaria estranho ele coçar o saco ou ajustar o sutiã... se bem que com colant não tem sutiã).

Pois bem, decidi por humano e do sexo masculino, então veio a dúvida, ele vai ser tipo um mutante ou um cara cheio de recursos tecnológicos, tipo, vai ser o Wolverine ou o Batman... decidi pelos recursos tecnológicos, só ainda não sei se ele vai ter um cinto multiuso ou uma nécessaire portatudo, ainda vou pensar isso, assim como estou pensando cor da roupa (se for um personagem colorido), signo, cidade natal, isso se ele tiver passado, pois vai que é alguém sem memória (tomar nota, o herói pode não ter memória).

Realmente, é complicadíssimo... também não sei se ele vai ser um herói tipo: "todos gostam de você, como a Wonder Woman, ou, você precisa ser preso mas a gente o acha legal, como o Spiderman... por enquanto fico por aqui... pensando, como fazer isso criar vida (tomar nota, o herói pode não ter vida própria. Quem sabe ele pode ser manipulado pelo criador?).

23 Junho, 2009

A doença da classe média "abastada"

A gripe suína ou H1N1ABCD parece ter encontrado um lar na classe média um pouco abastada do Brasil. Diferente de seus primeiros hospedeiros mexicanos, que vivem em pequenos lugarejos esquecidos pelo mundo e pelo próprio México, aqui, é a classe média que pode viajar a Argentina, Chile, México, Suíça e States, que volta doente e passa a pestear o país inteiro.

Seria cômico, não fosse meio trágico, o fato de não serem os pobres, que não tomam banho com sabonete líquido nem passam nos pulsos Givenchy... sério, seria hilário, não fosse trágico... meio trágico.